Chapada Diamantina
Acabei de voltar da Chapada Diamantina, provavelmente um dos lugares mais bonitos do mundo. Fotos em breve.

Chapada Diamantina ©PedroStabile.com
Acabei de voltar da Chapada Diamantina, provavelmente um dos lugares mais bonitos do mundo. Fotos em breve.

Chapada Diamantina ©PedroStabile.com
Ontem, final de tarde, subi a Pedra da Gávea para encontrar meu amigo Hugo, que iria fazer uma session no highline que já estava armado. Aproveitei para fazer umas filmagens que irão se juntar a outras, de outra dia, na edição de um vídeo mostrando esse mega-highline.

Highline da Pedra da Gávea ©PedroStabile.com
Mas o post não é sobre isso, mas sim sobre a lua que vimos na hora de descer, por volta de 9 horas da noite. Hugo já tinha me falado que na noite anterior ele pôde até mesmo andar na fita, tamanha a luz e intensidade da lua.
Infelizmente (ou seria felizmente?), por mais que a tecnologia avance nada se compara a você presenciar alguns momentos. Eu não trocaria esses momentos por nada, mas gostaria de poder registrar de maneira fiel, fazer jus a essas maravilhas da natureza. Ontem aconteceu justamente isso.
Eu considero meu equipamento fotográfico bom, uma Nikon D200 com battery grip e algumas opções de lentes. Infelizmente, não levei a melhor das minhas lentes, até porque não estava a fim de carregar muito peso montanha acima, e considere que eu já estava levando 2 litros de água, o corpo da câmera + lente, filmadora, tripé (bom e pesado, como deve ser…), casaco, comida, capa de chuva … deu pra entender, né?
Enfim, levei essa lente, uma 35 -70 mm, f2.8, pensando em fotos durante o dia, e no cair da noite, bom, o melhor que deu pra fazer está aí embaixo. Espero que as filmagens consigam mostrar melhor essa grande lua cheia, tão emocionante que um pessoal que estava no topo da Pedra Bonita chegou a aplaudir e gritar … e aliás, o vídeo do highline está saindo do forno!

Lua cheia sobre o Rio de Janeiro ©PedroStabile.com
No último feriado tive a oportunidade de viajar de Angra ao Rio de Janeiro por mar, de lancha. A viagem foi ótima, com exceção do forte vento leste que mexeu muito o mar, mas o tempo estava perfeito para fotografar, sol, algumas poucas nuvens…
O Rio de Janeiro certamente é uma das cidades mais bonitas do mundo, como vários amigos gringos meus já me disseram. Visto do mar, talvez seja até mais bonito (até porque do mar não dá pra ver lixo nas ruas e praias, bandidos e traficantes…).
Enfim, abaixo estão algumas das fotos que fiz nessa viagem que, diga-se de passagem, foi mais rápida que a viagem de ida de carro.

Rio de Janeiro a vista ©PedroStabile.com

Barra e Pico da Tijuca ©PedroStabile.com

Kitesurf ©PedroStabile.com

Kitesurf ©PedroStabile.com

Pedra da Gávea ©PedroStabile.com

Joatinga e Pico dos Quatro ©PedroStabile.com

Leblon e Corcovado ©PedroStabile.com

Copacabana ©PedroStabile.com

Pescadores ©PedroStabile.com

Sim, é ele... o famoso Pão de Açúcar ©PedroStabile.com

O Rio de Janeiro continua lindo ©PedroStabile.com

Chegando na Marina da Glória ©PedroStabile.com

Marina da Glória ©PedroStabile.com
Nesse último final de semana, subi a Pedra da Gávea para registrar o Highline que meu amigo Hugo montou. Ele é um dos maiores especialistas e entusiastas da prática no Brasil, e esse highline em particular não é dos mais simples não… Junto com ele estavam meus amigos Lucas “Jah” e Bernardo “Mad”, e depois ainda chegou o meu camarada fotógrafo Guilherme “Grilo”. Só louco. Aproveitei para fazer mais vídeos (preciso editar) e fazer umas fotos do pôr do sol, que é sempre impressionante, ainda mais visto do cume da Gávea. Deixo aqui um gostinho do que foi esse final de tarde. Assim que editar o vídeo coloco aqui. Espero que gostem.

Highline nas alturas... © Pedro Stabile

Jah walking the line © Pedro Stabile

Admirando o pôr do sol © Pedro Stabile

Descer pra que? © Pedro Stabile

A noite consumindo o dia © Pedro Stabile
Todo ano, a Fundação Banff premia as melhores fotos relacionadas a cultura de montanha. As imagens geralmente são sensacionais. Este ano não foi diferente, veja.

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… muitas nuvens!
Fui escalar no Pão de Açúcar hoje, e depois resolvi fazer a trilha que vai até o cume, o famoso Costão.

blá blá blá...
Quando cheguei no topo, ao invés de encontrar a vista característica do Rio de Janeiro, que por sinal é maravilhosa, o que pude ver foi, bem, nuvens, ou seja, nada. Por mim, tudo bem, já pude apreciar a paisagem várias vezes e poderei várias outras com certeza. Mas e os turistas? Coitados… fiquei com pena de alguns deles, com suas câmeras fotográficas no pescoço, prontos para capturar imagens de uma das cidades mais belas do mundo, e o que eles puderam ver? Isso:

Vista maravilhosa do RJ
Lindo não?
Saiu o resultado do prêmio Nikon Photo Contest. São 54 belas fotos selecionadas. Viva a fotografia!

Quarrel ©Zsolt Kudich

Cave Of Hope © Maung Maung Gyi

Nighttime is wonderful © Chaiwat Traitongsat

sunrise on the sea © Huutuan Do

Anderkillah LokonathDham © Shoeb Faruquee

Fisherman © Tun Tun Win

To come back © Le Bu
Por muito tempo a Nikon resistiu, mas uma tendência cada vez maior, e hoje eu diria que já está consolidada, é a de SLRs com capacidade de fazer vídeo. As pequenas máquinas digitais, logo no início dessa revolução digital, já faziam vídeos (de péssima qualidade mas faziam). Isso inclusive gerava situações que para mim eram engraçadas. Várias vezes, diante de alguém com umas dessas “saboneteiras” digitais, e que ao observar o tamanho da minha câmera + lente faziam sempre, e ainda fazem, a mesma pergunta:
-”Ela filma?”. Não, ela não filma. Ela é uma máquina fotográfica e, portanto, fotografa. E a reação do indivíduo era sempre a mesma: “Ahh…Porque a minha filma, tira fotos com 18 mp e é bem menor que a sua. Aliás, quantos mp a sua tem?”. Aí eu falo 12 e o cara acha que eu sou uma anta, tenho uma câmera que é um trambolho com menos mp e que não filma… fico até com medo do cara perguntar o preço!
Enfim, como eu ia dizendo, a Nikon lançou a D300s, uma SLR com as mesmas características da D300 (sem “s”) mais a capacidade de filmar vídeos HD a 24 fps em 720p, em formato AVI. E com isso inauguro o primeiro vídeo desse blog, feito pelo fotógrafo de outdoor sports, Robert Bösch.
Do Ephemera.
Eu sei que isso não é um trabalho fotográfico, mas de um certo modo tudo está relacionado a fotografia. Ou você não acha inspiradoras essas imagens que Andres Amador cria na areia da praia?
É interessante pensar que, tal qual as mandalas budistas, não pode haver apego a essa obra de arte, pois basta uma chuva, um vento, uma maré para acabar com o trabalho. Disso, podemos tirar uma lição importante: nada é permanente.

Playa Painting by Andres Amador

Playa Painting by Andres Amador

Playa Painting by Andres Amador

Flores Elétricas ©Robert Buelteman
Depois de dedicar 20 anos de sua carreira à fotografia de paisagens, o americano Robert Buelteman descobriu uma nova maneira de registrar a natureza: utilizar eletricidade para iluminar folhas e flores, em uma técnica que dispensa o uso da câmera e de lentes.
O fotógrafo utiliza instrumentos cirúrgicos para posicionar as plantas sobre uma mesa transparente, e em seguida posiciona uma matriz metálica, na qual estão o filme e uma emulsão fotográfica. O conjunto é, então, ligado a uma fonte elétrica.
Em um quarto escuro, ele então aciona a eletricidade de altíssima voltagem, que pode vir de fontes como o tungstênio, o xenônio ou fibras ópticas.
“Esta técnica tem mais semelhanças com a tradicional pintura japonesa a nanquim do que com as atuais formas de fotografia”, diz Buelteman. “Cada entrada de luz, assim como cada pincelada na pintura, não foi ensaiada. E uma vez, liberada, não pode ser desfeita.”

Flores Elétricas ©Robert Buelteman

Flores Elétricas ©Robert Buelteman
Fonte (e mais fotos): BBC Brasil

Vida nas montanhas ©PedroStabile.com
“Mas os dias que estes homens passam nas montanhas, são os dias em que realmente vivem. Quando as cabeças se limpam das teias de aranha, e o sangue corre com força pelas veias. Quando os cinco sentidos recobram a vitalidade, e o homem completo se torna mais sensível, e então já pode ouvir as vozes da natureza, e ver as belezas que só estavam ao alcance dos mais ousados.” Reinhold Messner

Montanhas ©PedroStabile.com
Fotos noturnas de paisagem nem sempre são fáceis de fazer, já que geralmente precisa-se de um tripé, uma noite clara e muita paciência. Coloque na mistura o medo de ser assaltado e você tem um novo esporte radical! Mas eu acho que vale a pena arriscar.

Pão de Açúcar a noite ©PedroStabile.com
O Pão de Açúcar já é bonito de dia, de noite então é show! E com essa iluminação dava até para escalar a noite sem headlamp. A iluminação não é mais feita, mas com uma boa lua cheia dá para escalar tranquilo.

Face sul do Corcovado a noite ©PedroStabile.com
E o que dizer então do Corcovado… lar de algumas das vias de parede mais difíceis e interessantes do Rio. Na foto, percebe-se um ponto de luz no meio da parede… é um escalador, na famosa via Tragados pelo Tempo (que realmente nos tragou, já que demoramos 3 dias para escalar a via). A foto foi tirada da base da via, em uma longa exposição de mais ou menos 30 segundos, o que faz com que a parede fique iluminada pelas luzes da cidade.
Fica para um outro post a imponente Pedra da Gávea e o clássico Dedo de Deus.