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Archive for the ‘Vídeos’ Category

O Monstro da Caixa

July 17th, 2010

A fascinante história de um ser dócil que ao entrar em uma caixa se transforma em um monstro agressivo.

Atores: Lola e Nanquim
Direção: Lia Caldas
Edição: Eu

O Monstro da Caixa from Pedro Stabile on Vimeo.

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Lei do Photoshop

May 27th, 2010

Eu trabalho há muito tempo com photoshop. E qual fotógrafo que hoje em dia não o utiliza? O photoshop é uma ferramenta maravilhosa em termos de tecnologia de tratamento, edição e modificação de imagens. É tão bom que ainda por cima é fácil de usar. Se fosse muito, mas muito complicado apagar uma celulite da perna de uma famosa qualquer, isso seria um serviço caro, e portanto nem todas as agências ou publicações, e até mesmo freelas, teriam como oferecer esse serviço. Além disso, existiriam poucos profissionais no mundo capazes de realizar tal trabalho.

Mas esse ponto de vista culpa o Photoshop pelo uso indevido. Isso é o mesmo que culpar uma arma por um crime! O uso dessa ferramenta só evidencia a questão humana por trás disso tudo. A vaidade. A pressão da sociedade. Hoje em dia tem gente que trata suas fotos antes de colocar no Facebook.

Madonna antes e depois © 5Magazine

Madonna antes e depois © 5Magazine

Além disso, por mais que o PS seja ótimo, ele não substitui o olhar, a experiência. E cria um hábito horrível, o “isso aí depois eu apago no photoshop”. Porque?! Faça a melhor foto que você puder agora! “A luz depois eu ajeito no lightroom…”. Preguiçoso!!! De um certo modo, as máquinas digitais contribuem para esse problema. Você ajusta ela para fazer 3 opções de fotometragem, para cada foto, e depois escolhe a melhor. Será que essa é a melhor maneira de conseguir um bom resultado? Talvez para o amador.  Mas e quando profissionais começam a fazer isso?

Agora vou ser advogado do diabo. Será que é justo um cara com anos de experiência, ficar horas e horas sentado diante de um computador resolvendo aquela celulite, aquela gordurinha, aquela depilação mal feita que a pouco profissional modelo deixou de lado (afinal, cuidar dessas coisas é parte do trabalho dela), para não ter crédito nenhum depois? E pior que isso, a maior parte das modelos acham que elas realmente são assim, lindas e maravilhosas, ou pelo menos gostam de se enganar e no processo enganar o público. Por isso, nem pense em falar para ela que você fez isso ou aquilo na foto dela! Não me levem a mal, não tenho nada contra essa profissão, que imagino não ser nada fácil. Sou contra a falta de profissionalismo, em qualquer área.

photoshop

Então vejamos quem recebe crédito em um ensaio fotográfico: tem o cara da iluminação, a produtora de moda, o figurinista, o maquiador, o cabeleireiro, o assistente, a mulher dos acessórios, o dono do lugar, o cara que nem era da equipe mas que foi comprar um sanduíche na esquina… e é claro, as estrelas: o fotógrafo e a modelo.

Depois que todo mundo acabou, começa o trabalho do nosso amigo: acertar a luz que o iluminador errou, apagar a tatuagem que o maquiador não viu, ajeitar o fundo que a produtora deixou passar, reduzir as gordurinhas da modelo que não estava na forma devida… E o fotógrafo? O que ele tem a ver com isso tudo? Ele deixou tudo isso passar na avaliação dele!!! Nós não somos apenas apertadores de botão!

Os tratadores de imagem não são monges budistas, sem apego ou ego. Eles querem, e com todo direito, crédito. O “problema” é que o crédito deles fere a imagem da indústria da beleza. Talvez porque ela tenha desviado do caminho. Afinal, o que é a beleza? Como diz o antigo ditado, “a beleza está nos olhos de quem vê”.

Abaixo, a notícia do projeto de lei que me levou a escrever esse post, com foto inserida por mim.

Congresso brasileiro quer criar a Lei do Photoshop

Projeto de lei deste ano em tramitação no Congresso torna obrigatório o aviso da manipulação de imagens

Imagine a capa e os ensaios da Playboy, fotos de gente famosa ou anúncios de produtos cosméticos com a modelo Gisele Bündchen seguidos do alerta: “Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada”. É o que propõe um projeto de lei deste ano em tramitação no Congresso que torna obrigatório o aviso da manipulação de imagens. Em dois tempos, foi apelidado de Lei do Photoshop e acendeu uma polêmica sobre o controle regulatório do mercado publicitário.

Entre os erros de manipulação divulgados em site como Photoshop Disasters, uma modelo nua aparece sem o umbigo numa revista de nudez e uma das pessoas sentadas à mesa aparece sem pernas. Várias vezes capa das revistas Playboy e Sexy — em tantas delas “photoshopada” —, a rainha de bateria Viviane Araújo diz ter exigido que suas tatuagens fossem apagadas no último ensaio em que posou nua. “O Photoshop não muda muito o resultado. Num movimento é natural aparecer uma dobra, uma gordurinha. Quando não é berrante, acho legal retocar. Não tenho grilo”, diz.

Nesta semana, a cantora Britney Spears divulgou uma foto bruta diferente daquela que havia sido publicada em que teve as coxas, manchas na pele, celulite, tatuagens e o quadril retocados. Disse que queria diminuir a pressão que exerce para que as mulheres pareçam perfeitas.

Britney Spears antes e depois... que beleza! © Candies

Britney Spears antes e depois... que beleza! © Candies

Autor da lei, o deputado Wladimir Costa (PMDB-PA) atribui a anorexia e a bulimia à manipulação de imagens. “Temos grande responsabilidade no combate a esse mal. Há uma enganação latente em todo o processo de criação e veiculação de peças publicitárias.” Como tramita em caráter conclusivo, a proposta não precisa ir a plenário na Câmara, basta ser aprovada nas comissões para seguir ao Senado. A multa prevista é de R$ 50 mil.

Para o Conar, o Conselho de Autorregulamentação Publicitária, a lei é subjetiva e o Código de Defesa do Consumidor já prevê sanções, com prisão e multa, para a veiculação de propaganda enganosa ou abusiva. “A lei do Photoshop não faz falta, não vai mudar nada. O legislador tem uma mão muito pesada e alcança liberdades públicas. Não existe código de ética para a propaganda política, mas para a propaganda comercial tem”, diz Gilberto Leifert, presidente do Conar.

Fonte: Agência Estado, SP

Há alguns anos a Dove iniciou a sua campanha pela real beleza. Acho que ele foram corajosos e pioneiros, já que estamos falando de uma empresa multimilionária que ousou remar contra a correnteza. E expuseram sua opinião nesse vídeo:

Um vídeo que mostra o quanto é possível manipular uma imagem.

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Resposta: Copyright x Marca d’água, via Lia

May 24th, 2010

A Lia, após sofrer um assalto internético de uma de suas fotos, e recebendo como resposta do “bandido” o fato que vários outros sites e instituições tinham feito a mesma coisa (o que não exime ele da culpa, mas justifica sua história de que ele não sabia etc), fez um post sobre o assunto.

Publico abaixo meu comentário, copy/paste, do blog dela, com algumas fotos para ilustrar.

“Infelizmente, nós fotógrafos chegamos a uma situação perde-perde em relação a fotos na internet. Se por um lado a internet é uma ótima maneira de divulgar o nosso trabalho, por outro, é uma fonte de problemas relacionados a copyright. E por conta disso, devemos prejudicar o próprio fruto do nosso trabalho com uma marca d’água.

Como admirar uma foto assim? © Preciso dizer?

Como admirar uma foto assim? © Preciso dizer?

Em uma época pré-internet e fotos digitais, imagino que dificilmente alguém iria invadir sua casa ou escritório ou agência visando, unicamente, o roubo de uma fotografia para utilização em algum meio impresso, comercialmente ou não. E mesmo assim, essa pessoa teria que invadir o lugar a força, talvez com o uso de armas etc.

Hoje me dia, não. Hoje nós temos o Google. A melhor ferramenta já inventada pelo homem para achar informação relevante nesse universo de inutilidades e porcarias que é a internet. E é aí que a coisa complica para os fotógrafos profissionais.

Se a sua foto é boa, vai ser achada pelo Google. E, convenhamos, clicar com o botão da direita do mouse e escolher salvar como… é muito mais fácil do que arrombar uma porta. E é claro, como disse o Lula, isso é feito sistematicamente nesse país. Isso torna certo? NÃO! Mas é uma realidade, e devemos nos proteger. Do que? da ignorância das pessoas.

Máxima proteção!

Máxima proteção!

Durante muito tempo, e ainda hoje, convivo com pessoas que ao serem fotografadas, ou se verem em uma fotografia, consideram ser delas a foto. Afinal, são ELAS que aparecem na foto. Desisti há muito tempo de ensinar essa lição. Portanto, não dou mais fotos minhas sem copyright na foto há algum tempo. Mas se até mesmo seus amigos não sabem que estão te lesando como profissional, ao usar uma foto sua comercialmente que você só lhes deu para colocar no FB por exemplo, o que dirá dos que nunca ouviram falar de você? É como colocar um pedaço de bolo em cima de um formigueiro e não querer que as formigas façam um banquete!

E eu pensei que podia confiar nelas... © Boris Hudak

E eu pensei que podia confiar nelas... © Boris Hudak

É aí que entra minha crítica às redes sociais de fotografia. Uma rede dessas, voltada para o público que gosta, admira, ou trabalha com fotografia, deveria proteger um aspecto básico desse mercado: o direito autoral. Por muito tempo pensei em entrar no Flickr, afinal, se quero mostrar meu trabalho como fotógrafo, por que não entrar na mais popular rede social fotográfica?

O problema é que por mais que o Flickr tente impedir que pessoas “roubem” suas fotos, usando o tal do spaceball.gif, não faz nada para barrar o acesso do Google. Então você pensa que está protegido, mas na verdade está com a bunda na janela.

Bunda na janela © Google... brincadeira! wtfsite.com.br

Bunda na janela © Google... brincadeira! wtfsite.com.br

Infelizmente, para perda dos que apreciam uma boa fotografia, para divulgar fotos na internet devemos colocar copyright dentro da foto, e não só no canto não, mas em forma de marca d’água mesmo. Não vejo problema nenhum em “roubar” uma foto que você gosta para ter no seu computador e poder olhar a qualquer hora. Eu mesmo tenho uma pasta chamada “Fotos_Internet”, de fotos que gostei e baixei e, de vez em quando, até coloco no meu blog como uma forma de homenagem.

Minha “solução”, foi fazer o meu site usando flash. O Google não sabe o que é flash (por enquanto). E ainda por cima desabilitei a opção de “right-click”. Isso significa que o Google não acha minhas fotos e quem visitar meu site não terá facilidades para pegar uma foto (mas se quiser, vai conseguir. Existem outras maneiras mas aí o cara tem que ser muito filho da p…). Por esses motivos, optei por não colocar copyright dentro da foto. Já no meu blog, coloco em todas, e grande. E a partir de agora, por causa desse episódio, usarei a forma de marca d’água.

Sempre tem alguém para te sacanear © Lia Caldas

Cuidado... sempre tem alguém para te sacanear © Lia Caldas

Só que tem uma coisa, isso também significa que eu estou de fora da maior ferramenta de buscas da internet. O meu site é aquela lojinha no 3º andar de um prédio velho no centro da cidade. Só vai quem conhece!

Enfim, se tem alguma coisa a se aprender com essa história é: You can´t trust the system! Maaaannn….”

Para fechar esse post, gostaria de dizer que tudo que falei pode e deve servir também para ilustrações, animações, vídeos, pinturas… qualquer tipo de trabalho onde você se expressa de uma maneira artística.

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Eyjafjallajökull

May 17th, 2010

Calma… não estou xingando ninguém! Esse é o nome do famoso vulcão islandês que resolveu mostrar um pouquinho da sua força e parou vários aeroportos da Europa por alguns dias. Inconformado com as “fotos medíocres” que ilustravam as reportagens sobre as cinzas do vulcão, o cinegrafista Sean Stiegemeier resolveu registrar o fenômeno do seu jeito. O resultado das gravações realizadas há duas semanas é simplesmente impressionante.

Iceland, Eyjafjallajökull – May 1st and 2nd, 2010 from Sean Stiegemeier on Vimeo.

Pela descrição do vídeo no Vimeo, pode-se ver que ele optou filmar com a máquina fotográfica Canon 5d mkII. Cada vez mais as pessoas estão filmando com equipamento fotográfico, já que a diferença de qualidade para uma filmadora semi-profissional, como a Sony EX1R, é pequena, 10% dizem os especialistas. Em compensação, o equipamento fotográfico é muito mais barato. Só para ter uma idéia, essa Canon 5d + lente sai por US$ 3.300,00. Já a Sony EX1R custa US$ 6.600,00, o dobro! E nem é top de linha.

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Lionel Terray

April 27th, 2010

Hoje acordei um pouco mais cedo do que o habitual, e parti em direção a Pedra Bonita com o intuito de escalar em solo a via Lionel Terray. Para quem não conhece, essa via é um verdadeiro clássico, com diedros, agarras grandes, platôs de mato, aderência, e um visual privilegiado da Pedra da Gávea e da Barra.

Amanhecer na rampa de asa delta da Pedra Bonita ©PedroStabile.com

Amanhecer na rampa de asa delta da Pedra Bonita (captura de vídeo) ©PedroStabile.com

A via foi conquistada em 1965 e é toda grampeada, mas pode ser escalada usando-se equipamentos móveis em toda sua extensão, exceto em um trecho, o de aderência. Para aqueles que não estão em dia com a técnica, sem problemas, já que é possível usar uma outra técnica, a de artificial. A via é cotada em 3o grau, e a aderência em 7c.

Resolvi solar as enfiadas de 3o grau e fazer o artificial para evitar o 7c, já que não levei corda para fazer uma auto-segurança. Por outro lado, usei baudrier, o que não constitui o chamado solo integral, ou seja, quando é só o escalador com sua sapatilha e magnésio. O baudrier de certo modo alivia a pressão de um solo, pois se algo der errado, o escalador pode se prender em um grampo e descansar, se acalmar, ou até esperar ajuda. É claro que se você cair, ainda cai até o chão.

Não caia até o chão...

Não caia até o chão...

Optei pelo seu uso por causa do artificial, e isso de um certo modo me possibilitou realizar algumas filmagens da minha própria escalada, o que foi bem interessante mas nem um pouco prático. Eu escalava até um grampo, pegava a filmadora que estava presa no baudrier junto com um mini-tripé (obrigado Lia :), prendia ela no grampo e ajustava o ângulo da imagem. Daí era só apertar REC, desescalar e voltar a escalar fingindo que não havia câmera alguma!

Essa escalada foi a melhor coisa que eu podia fazer. Às 8:40 da manhã eu estava no cume da Pedra Bonita, sozinho, com uma garrafa d’água e um saco de pão, olhando o caos surgindo na cidade. Trânsito, estresse, trabalho, computador, reunião… tudo isso a 700 metros de altitude abaixo.

Assim que terminar de editar o vídeo, coloco aqui. E por falar em vídeo, tem um de highline que eu estou devendo há tempos. É melhor eu parar de prometer que o vídeo sai em breve, mas se tudo der certo, essa semana sai!

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Transamazônica Sem Fim, 11a

March 19th, 2010

Não entendeu nada? Seguinte:

O que? Transamazônica Sem Fim é o nome de uma via de escalada esportiva nova na Floresta da Tijuca.
Por quê? Porque junta as vias Transamazônica (que já é uma junção das vias Ponte Aérea e Migalhas Indecentes), e História Sem Fim.
Por quem? Lucas “Jah” Marley.
Quando? Domingo dia 14 março 2010.
Onde? Na falésia do Campo Escola 2000, na Floresta da Tijuca, RJ.
Como? Com as mãos, e os pés também.

E o 11a? Ahh… Simples. É o grau. Na escala brasileira ele vai de 1 até 11a. Ou seja, essa é uma das vias mais difíceis no Brasil. E por que estou dizendo tudo isso? Porque filmei o Jah na via, e fiz o vídeo abaixo. Espero que gostem.

Transamazônica Sem Fim, 11a from Pedro Stabile on Vimeo.

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Fuck You… Tube!

October 22nd, 2009

NoYouTube

Pensei que ia demorar mais tempo. Achei que depois de alguns milhares de views, de repente. Mas não. O meu segundo vídeo de escalada, Epitáfio de Ilusões, mal entrou no ar no YouTube e já foi retirado, com o recorde de zero views.

“This video is no longer available due to a copyright claim by WMG

O primeiro vídeo, Bam-bam, ainda está no ar. Talvez porque a trilha sonora seja da Sony Music, e não da WMG. Fica a dica. Para os próximos vídeos, vou fazer o que devia ter feito desde o começo: compor minha própria música… hmmm… acho melhor não. Então vou procurar em sites de bandas desconhecidas no MySpace, e talvez até pedir autorização deles. Desse modo, eles divulgam sua música, eu divulgo meu vídeo, e as pessoas assistem e se divertem (eu espero). Não precisamos das gravadoras.

“This video is no longer available due to a copyright claim by WMG

O interessante é que vários músicos devem ser contra essa decisão de retirar suas músicas do YT, mas a não ser que eles sejam um Radiohead da vida, não podem fazer nada a respeito. O cara deve ter que implorar aos executivos para colocar uma música, que ele mesmo compôs, em um vídeo.

“This video is no longer available due to a copyright claim by WMG

Mas o Vimeo tá aí, para ajudar os videomakers (fiz dois filmes e já sou videomaker? bom, se eu fiz né…) que querem escolher qual música vai tocar em qual parte do vídeo. Eu até entendo a decisão do YT de retirar o vídeo do ar: eles tem um acordo com as gravadoras e elas estão desesperadas. E devem ficar mesmo. Não conheço mais ninguém que ainda compra CD, e poucos compram músicas online.

“This video is no longer available due to a copyright claim by WMG

Bom, chega de reclamação… agora a parte boa. Meu segundo vídeo está no ar! Opa! E dessa vez é sobre, adivinha… escalada… na Floresta da Tijuca… no Campo Escola 2000…. A via é a Epitáfio de Ilusões, graduada em 9c, que termina com um bote enorme… mesmo. O Rafael, escalador do vídeo, já conseguiu encadenar a via, e também já tomou umas quedas bem grandes, de uns 15 metros.  Será que no vídeo ele consegue? Veja e descubra.

Escalada Esportiva: Epitáfio de Ilusões, 9c (5.13b/8a) from Pedro Stabile on Vimeo.

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Bam-bam

October 21st, 2009

Há mais ou menos 3 semanas resolvi pegar emprestado a Canon G9 da Lia, para testar sua capacidade de fazer vídeos. E no intuito de unir o útil ao agradável, levei a câmera para a Floresta da Tijuca, mais precisamente para o Campo Escola 2000, e entrei numa de filmar o pessoal escalando.

A G9 é uma excelente câmera fotográfica dessa categoria, digamos, de saboneteiras digitais. Mas como filmadora, embora tenha ficado impressionado com a boa resolução, ela deixa um pouco a desejar. Não se pode dar zoom, por exemplo, uma vez que se tenha começado a filmar. Mas levando em consideração que ela não é uma filmadora, está ótimo.

Canon G9

Canon G9

Mas porque o nome desse post é Bam-bam? Calma, eu vou chegar lá (os escaladores já sabem). Bom, depois de ter ficado um final de semana inteiro filmando, acabei com mais ou menos 5 gb de clips para editar. E depois de toda essa edição, surgiu uma dúvida… fazer upload no Youtube ou no Vimeo?

Eu gosto mais da aparência do Vimeo, mas a versão grátis tem um limite de 500 mb de envio por semana, e um dos vídeos que eu editei tem mais que isso, ou seja, nem poderia colocar lá. A versão paga, com upload ilimitado e várias funções, custa uns 100 reais por ano.

Já o famoso Youtube é grátis, completamente grátis, sem limites de upload. Por outro lado, eles tem um sistema que rastreia todos os vídeos e, de alguma maneira, identifica as músicas tocadas. Eu duvido que a Sony Music Entertainment autorize o uso da música que eu escolhi no meu vídeo, então se eles retirarem o som do vídeo, eu retiro o vídeo de lá.

Como teste, coloquei o vídeo nos dois. E afinal, porque Bam-bam? Esse é o nome da via escalada no vídeo, pelo Thiago Antonelli. Essa via tem sua parte mais difícil, o crux, no início… mas não se engane, o final que é teoricamente fácil fica bem mais complicado depois de você ter se esgotado no começo. E como a parede tem uma inclinação negativa de uns 30 graus, quanto mais tempo você demora, mais energia você gasta.

Ainda tenho outros 4 ou 5 vídeos para acabar e colocar no ar, mas quero ver como esse aí se comporta em cada site, para decidir qual deles usar no futuro. Sugestões? Comente!


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Escalada Esportiva: Bam-bam, 9a (5.12d / 7c) from Pedro Stabile on Vimeo.

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